Campanhas e palestras reforçam cuidados com a saúde mental e corporal

O governo do Estado promoveu palestras e entregou panfletos no Centro de Reabilitação do Amapá (Creap) para alertar sobre a importância de cuidar do corpo e da mente, para uma vida longa e livre de transtornos psicológicos. A programação ocorreu na quinta-feira, 25, para lembrar o Janeiro Roxo, no combate à hanseníase, e o Janeiro Branco, dedicado à sensibilização para promover a saúde mental.

O Creap atua na reabilitação de pacientes vítimas de traumas físicos e mentais com sessões de fisioterapia e consultas com o psicólogo. “No evento, orientamos as pessoas a buscarem os nossos atendimentos para a reabilitação de pacientes que foram diagnosticados com hanseníase e, como consequência, tiveram alguma sequela física”, comentou o diretor-presidente do Creap, Amaury Barros, sobre a programação.

As atividades aconteceram pela manhã e à tarde e contou com a ajuda da equipe multiprofissional do Creap, composta por assistentes sociais, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, entre outros.

A enfermeira Anne Caroline Vasconcelos disse que o paciente que faz o tratamento da hanseníase e que procura pelos atendimentos do Creap, passa por procedimentos preventivos como, exercícios e alongamentos para evitar que o caso se agrave.

“É importante a prevenção da incapacidade motora proveniente da hanseníase. Buscar a fisioterapia pode evitar transtornos futuros. No centro, o atendimento vai do psicológico ao nutricional”, informou Anne Carolione.

Para ser atendido no Creap é preciso ter o encaminhamento do médico responsável por avaliar o paciente. Depois, o paciente passa por uma série de testes e exames que darão início aos seus tratamentos de reabilitação.

Quem participou da programação na quinta-feira, sentiu o clima de como é o atendimento no Creap. “Trouxe minha mãe para iniciar seus tratamentos e fomos recebidos com muito bom gosto. É muito importante esse acolhimento e eventos como esse, são considerados de comemoração à vida com saúde” avaliou Aldenora Miranda, que levou a mãe Cecília, 101 anos, para ser atendida no Centro de Reabilitação do Amapá.

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