Cai o número de tentativas e furtos nas escolas de Macapá e Santana

A instalação das câmeras de vigilância nas escolas de Macapá e Santana, aliada ao trabalho efetivo da Polícia Militar do Amapá (PM/AP), contribuiu para a redução de furtos nas instituições de ensino da área urbana em 2017. O Boletim da Divisão de Estatística do Comando Geral da PM/AP apontou que durante todo o ano de 2016 foram registrados 257 furtos nas escolas da capital do Estado. Já em 2017, esse índice baixou para 171 ocorrências, uma redução de quase 34%.

Em Santana, a queda de registros de furtos foi ainda mais expressiva. Enquanto em 2016 foram registrados 53 furtos, em 2017 foram contabilizados 12 durante todo o ano, totalizando uma queda de 77%.

Os dados apresentados pela Polícia Militar correspondem às ocorrências registradas pelo policiamento escolar das unidades de Macapá e Santana, divididos entre quatro batalhões (4º Batalhão em Santana; e 1º, 2º, 6º Batalhões em Macapá) e as ocorrências registradas pelo Centro de Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes).

Muitos crimes também foram coibidos nas escolas da rede estadual. Com o monitoramento em tempo real, durante 24 horas, a empresa de vigilância faz contato direto com os policiais em serviço, resultando na prisão em flagrante e na devolução imediata dos pertences da escola.

Segundo dados da empresa Ativa System Brasil, responsável pelo monitoramento no Amapá, apenas em 2017, 80 tentativas de furtos e intrusões foram evitados, após o disparo do alarme e acionamento imediato dos patrulheiros da empresa e da Polícia Militar.

Além disso, as imagens são disponibilizadas à Polícia Civil, para investigação e elucidação dos delitos, garantindo a prisão de muitos criminosos e recuperação dos objetos furtados.

No início de 2017, a empresa responsável pela prestação do serviço de vigilância monitorada de escolas da rede de ensino do Estado iniciou o processo de instalação dos circuitos de câmeras e alarmes, sensores de presença e equipamento de armazenamento. As unidades passaram a contar também com monitoramento 24 horas e patrulhamento motorizado.

A instalação ocorreu de forma gradativa nas escolas e foram priorizadas as unidades com maior vulnerabilidade, conforme levantamento da polícia.

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