Anglo diz que negociação com a Zamin iniciou antes da queda do porto em Santana

Através de nota encaminhada ao Diário do Amapá, a Anglo American afirmou nesta quarta-feira (31) que o acidente ocorrido, em 2013, no porto de Santana, “ocorreu em função de um colapso abrupto e inesperado do solo no Porto de Santana, conforme indicaram estudos realizados à época por especialistas em engenharia civil de instituições como Universidade de São Paulo (USP), PUC-Rio e Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Portanto, sem qualquer responsabilidade que possa ser imputada à Anglo American”.

Destacando que “conduz todos os seus negócios de forma transparente, seguindo os mais altos padrões éticos em todos os países onde atua, inclusive no Brasil”, a empresa diz que no que diz respeito à negociação dos ativos, a venda para a Zamin Ferrous “foi iniciada em 2012, antes do acidente, e concluída em novembro de 2013, por meio de uma operação comercial regular, realizada entre dois grupos independentes e distintos”, e assegura que a operação, “realizada em condições de mercado, obedeceu à legislação brasileira vigente e foi acompanhada de perto pelo Governo do Estado do Amapá e pela Assembleia Estadual”.

Prossegue a nota: “Sabemos que perdas humanas são irreparáveis. Por isso, imediatamente, prestamos assistência à saúde e à educação aos filhos das famílias que sofreram perdas. Nesse sentido, estamos arcando e nos comprometemos a continuar a arcar com as taxas escolares, bem como com a aquisição de material escolar para todas as crianças até a conclusão de seu primeiro curso de graduação na faculdade”, pontuando que se está à disposição da imprensa, autoridades e população para esclarecer todos os fatos. “Estamos dispostos a colaborar, de maneira responsável, na elucidação das verdadeiras causas do acidente e no andamento ao atendimento às famílias”, finaliza.

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