Amapaense é preso em operação que investiga facção responsável por mais de 100 assassinatos no país

Condenado a mais de 20 anos de prisão pelo crime de roubo (Art.157) Lucas Neves de Sena, de 22 anos, que encontrasse preso no instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) foi alvo nesta quinta-feira (14) a Operação Interestadual Echelon, deflagrada pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo e Polícia Civil paulista.

A operação ocorreu de forma simultânea e deu cumprimento a 75 mandados de prisão e 59 de busca e apreensão nos estados: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo e Tocantins.

#gallery-2 { margin: auto; } #gallery-2 .gallery-item { float: left; margin-top: 10px; text-align: center; width: 33%; } #gallery-2 img { border: 2px solid #cfcfcf; } #gallery-2 .gallery-caption { margin-left: 0; } /* see gallery_shortcode() in wp-includes/media.php */

Lucas foi cientificado do mandado de prisão no pavilhão onde cumpre pena pelo delegado Fábio Araújo, diretor do Departamento de Polícia Especializada (DPE). “As investigações são feitas pela polícia paulista. Atendemos à ordem judicial para dar cumprimento ao mandado contra o investigado e lavrar um termo de prisão pelo crime de organização criminosa, previsto na lei 12.850 cuja pena – em caso de condenação – pode chegar a 8 anos de reclusão”, declarou o delegado amapaense que também coordena a Divisão de Capturas.

A operação Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, as investigações revelam que uma célula da facção criminosa PCC, intitulada ‘Sintonia de outros Estados e países’, vem tentando expandir suas ramificações por presídios de vários estados e países vizinhos.

Pelo menos sete líderes e 103 gerentes dessa ‘sintonia’ já foram identificados. Em nota a secretaria declara que o grupo investigado é responsável por acirrar a disputa de facções nos presídios, e que os alvos são investigados por envolvimento no desaparecimento e assassinato de mais de cem pessoas em todo o país.

Não foram divulgadas informações sobre a participação do preso amapaense no esquema, e nem se ele ordenou alguma execução a partir do presídio amapaense.

Da Redação Fotos: Divulgação/ PC

0 visualização0 comentário

Posts recentes

Ver tudo