AMAPÁ AO NATURAL

CLEBER BARBOSA EDITOR DE TURISMO

Quem recebe algum visitante no Amapá costuma ficar todo orgulhoso quando essa pessoa sai com boa impressão sobre este pedaço de Brasil. Quando isso envolve então turistas profissionais e guias credenciados como Marcelo Sá, aí isso vira objeto de registro e celebração. É o que o Diário do Amapá faz hoje, quando localizamos turistas cariocas entre nós, depois de passeios por um estado rico por natureza – e de natureza.


Roteiro Assim que o dia amanhece a natureza ainda oferece surpresas aos visitantes, brindandos-os com um alvorada coordenada por uma revoada de pássaros, como os guarás. “E isso tudo a caminho do Cabo Orange, que eu até hoje não sei dizer se é onde termina ou onde começa o Brasil”, diz a advogada, em tom descontraído, destacando a natureza ainda selvagem que o Amapá apresenta.

Técnico O guia de turismo Marcelo Gomes de Sá, da Guia Norte Turismo, explica que diversos parceiros do Trade Turístico local estão mobilizados e agindo consorciados para promover esses passeios por áreas de conservação. “O projeto Eco Trilhas de ordenamento de visitações às unidades protegidas que consiste em colocar as agências de viagem e os guias de turismo que atuam no Amapá para junto com as comunidades atenderem os visitantes, seja para esses parques, sejam para atrações mais próximas, no próprio Rio Amazonas, na Ilha de Santana e na APA da Fazendinha” diz Marcelo.

Turista diz que o país deve atenção ao Amapá


No caminho, o grupo ultrapassou várias corredeiras, algo muito emocionante e emoldurada por uma natureza muito exuberante, segundo narra a turista. “Algo que nós brasileiros deveríamos estar muito mais acostumados e deveríamos procurar conhecer”, acrescenta. Por fim, a turista carioca diz que os dois passeios foram de fato muito bons e que não tem nada a reclamar, turisticamente falando. “Agora é claro que existem algumas críticas construtivas, nunca pejorativas, primeiro pro nosso governo, para olhar o que tem aqui dentro do país e das pessoas que moram lá”, diz.

Um pouco mais sobre o lado formal do Parque Nacional do Tumucumaque


Foi criado pelo Decreto federal s/nº, de 22 de agosto de 2002, com aproximadamente 3,9 milhões de hectares. Sua área abrange os territórios dos municípios de Oiapoque, Serra do Navio, Pedra Branca do Amapari, Laranjal do Jari e Calçoene, no Estado do Amapá; e uma pequena área do município de Almeirim, no Estado do Pará. Sua gestão é responsabilidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).

A UC é favorecida pela existência de fronteiras e áreas protegidas em seu entorno. Ao norte, estão a Guiana Francesa e o Suriname. No limite situado no Estado do Amapá, ao norte e sul, está a Floresta Estadual (Flota) do Amapá; a sudeste está a Floresta Nacional (Flona) do Amapá; e a sudoeste, a Terra Indígena (TI) Waiãpi. No lado paraense, a parte oeste do Parna, estão a Reserva Biológica (Rebio) Maicuru e a Flota do Paru, as quais atuam como um grande conector entre as áreas protegidas dos dois estados. O Parna exibe um relevo acidentado, com altitudes entre 16 e 625 metros, além de áreas mais elevadas como a Serra do Tumucumaque e a Serra Lombarda. Fonte: ICMBio

NÚMEROS – O Tumucumaque é o maior Parque Nacional do Brasil e uma das maiores áreas de floresta tropical protegidas do mundo. – O principal objetivo desta área é a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, que possibilitem a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação e turismo ecológico. 3,8milhões Área total em hectares do Parna Tumucumaque

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